🎧 Aulas do edital · Geopolítica
Rede de Transporte · Internacionalização · Biomas
Fila de caminhão na balança, poeira subindo - por que o Brasil, do tamanho que é, escolheu asfalto em vez de trilho?
Tópico do edital: Rede de transporte no Brasil: modais e principais infraestruturas · A integração - e mais
Aula narrada · 16:05 · Prof. Brito
Rede de Transporte · Internacionalização · Biomas
O que cai na prova, direto ao ponto
- 01
O modal rodoviário domina a matriz de transporte por escolha histórica ligada à industrialização automobilística pós-1950, não por geografia; o hidroviário segue subutilizado.
- 02
Hidroviário é espécie (rio e lago) dentro do gênero aquaviário, que inclui também o marítimo - distinção que a banca cobra.
- 03
O Mercosul foi criado pelo Tratado de Assunção (1991); os membros plenos fundadores são Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai - a Venezuela entrou depois e está suspensa.
- 04
No SNUC, Proteção Integral admite uso indireto (Parques, Reservas Biológicas); Uso Sustentável permite exploração, e a APA admite propriedade privada dentro de seus limites.
- 05
A Caatinga é o único bioma inteiramente brasileiro; o Pampa, dentro do Brasil, existe só no Rio Grande do Sul.
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-
Item 01
O modal hidroviário é o predominante na matriz de transporte de cargas do Brasil, dada a abundância de rios navegáveis no território nacional.
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Gabarito: Errado
O predominante no Brasil é o rodoviário, por escolha histórica; o hidroviário tem grande potencial, mas segue subutilizado.
"O predominante é o rodoviário; o hidroviário tem grande potencial, mas segue historicamente subutilizado."
O predominante no Brasil é o rodoviário, por escolha histórica; o hidroviário tem grande potencial, mas segue subutilizado.
"O predominante é o rodoviário; o hidroviário tem grande potencial, mas segue historicamente subutilizado."
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Item 02
O Mercosul foi criado pelo Tratado de Assunção, em 1991, tendo a Venezuela como um dos membros plenos fundadores, ao lado de Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.
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Gabarito: Errado
A Venezuela não é fundadora do Mercosul; entrou depois e hoje está suspensa. Os fundadores são Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.
"Venezuela não é fundadora; entrou depois e está suspensa."
A Venezuela não é fundadora do Mercosul; entrou depois e hoje está suspensa. Os fundadores são Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.
"Venezuela não é fundadora; entrou depois e está suspensa."
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Item 03
As Reservas Biológicas integram o grupo de Unidades de Conservação de Uso Sustentável, por permitirem a exploração dos recursos naturais pelas comunidades locais.
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Gabarito: Errado
Reserva Biológica integra o grupo de Proteção Integral, com uso indireto apenas; quem admite exploração é a Reserva Extrativista.
"Reserva Biológica é Proteção Integral, uso indireto apenas."
Reserva Biológica integra o grupo de Proteção Integral, com uso indireto apenas; quem admite exploração é a Reserva Extrativista.
"Reserva Biológica é Proteção Integral, uso indireto apenas."
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Item 04
Os domínios morfoclimáticos definidos por Aziz Ab'Sáber coincidem plenamente com os seis biomas reconhecidos pelo IBGE, sendo apenas nomenclaturas diferentes para o mesmo conceito.
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Gabarito: Errado
Domínio morfoclimático integra clima, relevo, solo e hidrografia; bioma é classificação fitogeográfica. As duas listas têm seis itens, mas divergem - araucária e pradarias, por exemplo, são agrupadas dentro de outros biomas pelo IBGE.
"Domínio integra clima, relevo, solo e hidrografia. Bioma é classificação fitogeográfica. E as listas divergem."
Domínio morfoclimático integra clima, relevo, solo e hidrografia; bioma é classificação fitogeográfica. As duas listas têm seis itens, mas divergem - araucária e pradarias, por exemplo, são agrupadas dentro de outros biomas pelo IBGE.
"Domínio integra clima, relevo, solo e hidrografia. Bioma é classificação fitogeográfica. E as listas divergem."
-
Item 05
A Caatinga é o único bioma situado integralmente em território brasileiro.
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Gabarito: Certo
A Caatinga é o único bioma 100% dentro do Brasil. A pegadinha da banca é trocá-la pela Amazônia, que se estende por vários países da América do Sul.
"Qual bioma é exclusivo do Brasil? A Caatinga. Único bioma 100% dentro do território brasileiro."
A Caatinga é o único bioma 100% dentro do Brasil. A pegadinha da banca é trocá-la pela Amazônia, que se estende por vários países da América do Sul.
"Qual bioma é exclusivo do Brasil? A Caatinga. Único bioma 100% dentro do território brasileiro."
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Imagina a cena: fila de caminhão parado numa balança de pesagem na beira da BR, poeira levantando com o vento. Te dou cinco segundos. Chuta, qual modal carrega a maior parte da carga do Brasil?
Ih, pera. Rodoviário, óbvio. Todo mundo sabe disso.
Isso mesmo. Mas o problema não é saber isso, é explicar por que o Brasil, do tamanho que é, não usa trem como os Estados Unidos e a Rússia usam. Boa pergunta.
Um país continental devia ser reino de ferrovia e hidrovia, não de asfalto. Devia. E é exatamente aí que a Cebraspe te pega.
Quatro itens do edital cabem nesse episódio: modais, integração econômica, gestão ambiental e biomas. Fechado. Começa pelo rodoviário então, que é onde tudo se explica.
O domínio do modal rodoviário no Brasil é historicamente associado ao modelo de industrialização depois de 1950, puxado pela instalação da indústria automobilística. Ah, então foi escolha política, não geografia. Construíram estrada porque queriam vender carro.
Exato. E é aí que mora a pegadinha clássica. A banca afirma que o ferroviário é o predominante aqui, como ocorre em países desenvolvidos de grande extensão territorial, como Estados Unidos e Rússia.
E quem não sabe da história da indústria automobilística marca certo, achando que faz sentido. Marca certo e perde ponto. O Brasil é a exceção.
Rodoviário domina, ferroviário fica pra trás. E por que o ferroviário fica tão pra trás mesmo com tanto minério e grão pra escoar? Malha fragmentada, bitolas diferentes de trilho, dificuldade de integração.
Ele fica concentrado no escoamento de commodities, minério de ferro e grãos, ali no Centro-Oeste e no Sudeste. Aham, trem que não se conversa com trem vizinho. E agora o outro erro clássico da prova: confundir hidroviário com aquaviário.
Peraí, como assim? Eu sempre usei os dois como sinônimo. Aquaviário é o gênero.
Inclui o marítimo, oceânico, e o fluvial, lacustre. Hidroviário é a espécie, transporte em rio e lago. Ah, então toda hidrovia é aquaviário, mas nem todo aquaviário é hidrovia.
Tipo o navio que sai de Santos pro exterior. Isso, esse é aquaviário marítimo, não hidroviário. E o hidroviário é o mais barato por tonelada por quilômetro pra carga de baixo valor agregado, só que segue subutilizado.
Quais são as hidrovias que mais caem? A Tietê-Paraná, a mais importante do Centro-Sul, a Hidrovia do Paraná, a Hidrovia do São Francisco, que é interrompida pelas quedas d'água, e o Sistema Norte, no rio Madeira, Tapajós e Solimões. E o dutoviário, cadê ele nessa história toda?
Petróleo, gás e derivados, com destaque pro corredor Rio-São Paulo-Campinas, operado principalmente pela Petrobras, o aéreo fica com passageiro e carga de alto valor, concentrado em Guarulhos, Brasília e Galeão. E a cabotagem? Transporte marítimo entre portos nacionais.
Historicamente pouco usado, mas crescendo como alternativa ao excesso de rodovia. Fechou o quadro de modais. Agora me dá as infraestruturas que a banca ama citar pelo nome.
Santos, em São Paulo, é o maior porto da América Latina em movimentação de contêiner. E o Itaqui, no Maranhão? Sempre vejo esse nome rondando questão.
Itaqui é o porto mais próximo dos mercados europeu e norte-americano por rota do Atlântico Norte, e ele conecta com uma ferrovia importante. Deixa eu adivinhar, a Ferrovia Norte-Sul, ligando Mato Grosso até lá. Isso, formando o corredor Centro-Norte, peça-chave pra escoar a produção do Matopiba, acrônimo de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, o Matopiba.
E cai, junto com o sistema de concessão de aeroportos federais à iniciativa privada, expandido a partir de 2011, e os planos que organizam tudo isso, o PAC e o Plano Nacional de Logística. Modal e porto na cabeça, então. Vamos pra bloco econômico, que é sigla atrás de sigla.
A inserção do Brasil na economia internacional se intensifica depois da abertura econômica dos anos 1990, nos governos Collor, Itamar e Fernando Henrique. Redução de tarifa, privatização e o plano real estabilizando a moeda em 1994. Isso criou as condições pra maior fluxo do IDE, o Investimento Direto Estrangeiro.
E o bloco que a prova mais cobra é o Mercosul, né? O Mercado Comum do Sul, o Mercosul, criado em 1991. Membros plenos originais: Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai.
E a Venezuela? Entrou depois e hoje está suspensa. Guarda essa, Venezuela não é fundadora.
E os fóruns políticos, tipo Unasul e Celac, também entram nessa conta? Entram como fóruns de integração política sul-americana. E tem ainda a Irsa, hoje incorporada ao Cosiplan, no âmbito da Unasul, planejando eixo viário, energético e de comunicação na região.
E nas trocas comerciais, quem é o parceiro grande do Brasil hoje? A China é o maior parceiro comercial individual, superando os Estados Unidos, comprando principalmente soja, carne, açúcar, café e minério de ferro. E isso gera aquele debate da reprimarização, né?
Vender matéria-prima e comprar produto pronto de volta. Isso. O Brasil entra nas cadeias globais de valor, mais como fornecedor de insumo primário, com baixo valor agregado na pauta de exportação.
E essa matéria-prima toda sai de algum lugar que precisa ser protegido, né? Isso já é gestão ambiental. A gestão ambiental opera em três escalas: federal, estadual e municipal.
O centro de tudo é o SISNAMA, o Sistema Nacional do Meio Ambiente, com o Ministério do Meio Ambiente no comando e o IBAMA como órgão executivo federal. E o licenciamento ambiental, aquele trio de letras que todo mundo confunde? Licença prévia, licença de instalação e licença de operação.
Pra obra de significativo impacto, exige-se o EIA-RIMA, o Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto ao Meio Ambiente. Deixa eu adivinhar. O RIMA é a versão que todo mundo entende e o EIA é o estudo técnico completo.
Exato. O RIMA é a versão acessível ao público do EIA. Vou fazer papel de advogada do diabo aqui.
Pra que um policial rodoviário precisa saber a diferença entre reserva biológica e área de proteção ambiental? Porque o regime de fiscalização muda completamente. Numa reserva biológica, você não pode nem entrar sem autorização.
Numa APA, existe gente morando e trabalhando dentro dos limites, de forma legal. Ah, então numa abordagem perto de uma dessas áreas, saber qual é o tipo de unidade já te diz o que é ilegal ali dentro. Isso.
O SNUC, o Sistema Nacional de Unidades de Conservação, divide tudo em dois grupos: proteção integral e uso sustentável. Proteção integral é a linha mais dura, imagino. Uso indireto só.
Parques nacionais, reservas biológicas, estações ecológicas. Pesquisa e visitação com bastante restrição. E uso sustentável combina conservação com atividade econômica.
A APA, Área de Proteção Ambiental, e as reservas extrativistas entram aí. E a característica que a banca adora explorar: a APA admite propriedade privada dentro dos seus limites. Então se a questão disser que toda unidade de conservação exige domínio público, já desconfio.
Desconfia, é certo. E o erro mais comum de todos é meter a reserva biológica no grupo de uso sustentável, como se ela permitisse exploração pela comunidade local. Guardado.
E o Código Florestal com APP e reserva legal? APP protege margem de rio, topo de morro, encosta. Reserva legal é o percentual mínimo de vegetação nativa mantido na propriedade rural.
E esse percentual varia conforme o bioma, maior na Amazônia. E os problemas ambientais que mais aparecem em prova? Desmatamento concentrado na Amazônia Legal e no Cerrado, que é o segundo maior bioma em perda de vegetação nativa.
E queimada, que precisa ser separada do incêndio criminoso. Como assim separar? Queimada não é sempre problema?
No Cerrado, parte da queimada é natural, faz parte do ciclo do bioma. O incêndio criminoso é outra coisa, é ação humana fora desse ciclo. E o compromisso internacional, o Acordo de Paris, entra por onde?
O Brasil é signatário, com meta de redução de emissão, desmatamento zero e expansão de renovável. O instrumento interno que organiza isso é a PNMC, a Política Nacional sobre Mudança do Clima. Ok, chegamos no ponto que eu mais erro: bioma.
Começa por aí. São seis biomas reconhecidos pelo IBGE: Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pampa e Pantanal. A Amazônia é a gigante, cobrindo mais da metade do território.
E o Cerrado é a savana mais biodiversa do mundo, sofrendo pressão forte da soja e da cana. A Mata Atlântica é um dos biomas mais ameaçados do planeta, restando cerca de 12% da cobertura original. E aí entra a pegadinha que mais derruba a gente.
Qual bioma é exclusivo do Brasil? A Caatinga. Único bioma 100% dentro do território brasileiro.
E a banca troca isso pra: "a Amazônia é o único bioma exclusivo do Brasil". E quem cai nessa esquece que a Amazônia se estende por vários países da América do Sul. Exclusividade é da Caatinga.
E o Pampa, ele existe em vários estados do Sul ou só no Rio Grande do Sul? Só no Rio Grande do Sul, dentro do Brasil. Ele se estende pra Argentina e Uruguai, mas aqui é regional, restrito a um estado só.
E o Pantanal, que é o menorzinho em área? Maior planície alagável do mundo, em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. O fenômeno central dele é o pulso de inundação anual.
Beleza, seis biomas na cabeça. Mas você falou antes em domínio morfoclimático. Isso é outro nome pra bioma?
Não, e essa é a pegadinha mais letal do episódio inteiro. Manda ver. Pensa assim: o bioma é a foto tirada no lugar.
Só o que aparece na imagem: vegetação e fauna. O domínio morfoclimático, de ABSABER, é o raio-X por trás da foto. Clima, relevo, solo, vegetação e hidrografia.
Tudo junto como sistema. Ah, então o domínio explica o porquê da vegetação estar ali e o bioma só descreve o que está ali. Exato.
E as listas nem batem direitinho. ABSABER propôs seis domínios. O IBGE reconhece seis biomas.
Sério? Seis e seis, mesma contagem? Seis e seis.
Mas domínio Araucária e domínio Pradarias, por exemplo, o IBGE agrupa dentro de Mata Atlântica e Pampa Então a contagem bate, o conteúdo não. Aí que a banca ataca. Os seis domínios são: amazônico, cerrado, mares de morros, que cobre a Mata Atlântica no Sudeste e Sul, caatinga, araucária e pradarias, as coxilhas gaúchas.
E tem aquelas ilhas de acessão no meio de um domínio, né? Você comentou isso antes de outro jeito, o ecótono. Boa lembrança.
São chamadas de áreas de exceção. O brejo de altitude no Nordeste é uma ilha de domínio úmido dentro do domínio da caatinga. E o ecótono é isso mesmo, zona de transição entre dois ecossistemas?
Isso, e tem biodiversidade mais alta ali, porque concentra espécie dos dois lados. O Pantanal é o exemplo clássico, ecótono entre cerrado e a floresta amazônica. E tem o Meio-Norte também, entre Maranhão e Piauí, transição entre Amazônia e Caatinga.
Isso, os cocais e babaçuais. E tudo isso junto é o que sustenta o Brasil ser chamado de país megadiverso, um dos dezessete com maior biodiversidade do planeta. Beleza, chega de teoria, hora do quadro.
Eu leio, você resolve. Manda a primeira. O modal hidroviário é o predominante na matriz de transporte de cargas do Brasil, dada a abundância de rios navegáveis no território nacional.
Errado. O predominante é o rodoviário. O hidroviário tem grande potencial, mas segue historicamente subutilizado.
O Mercosul foi criado pelo Tratado de Assunção em 1991, tendo como membros plenos fundadores Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela. Errado. Venezuela não é fundadora.
Entrou depois e está suspensa. Os quatro fundadores são Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. As reservas biológicas integram o grupo de unidades de conservação de uso sustentável, pois permitem a exploração sustentável dos recursos naturais pelas comunidades locais.
Errado. Reserva biológica é proteção integral, uso indireto apenas. Quem admite exploração pela comunidade local é a reserva extrativista.
Os domínios morfoclimáticos definidos por Habsab coincidem plenamente com os seis biomas reconhecidos pelo IBGE, sendo apenas nomenclaturas diferentes para o mesmo conceito. Errado. Domínio integra clima, relevo, solo e hidrografia.
Bioma é classificação fitogeográfica. E as listas divergem, como araucária e pradarias, sendo agrupados dentro de outros biomas pelo IBGE. Fechou o quadro.
Então recolhe os três pontos pra levar. Primeiro: o modal rodoviário domina o Brasil por causa da industrialização automobilística do pós-1950, não por causa da geografia. Segundo: no SNUC, proteção integral é uso indireto, com reserva biológica e parque nacional.
Uso sustentável admite exploração, com APA e reserva extrativista. Terceiro: bioma é a foto, domínio morfoclimático é o raio-X. Seis e seis na contagem, mas listas diferentes.
E lembra da caatinga exclusiva do Brasil e do Pampa, restrito ao Rio Grande do Sul aqui dentro. E aquele caminhão parado na fila da balança lá do começo? Agora você já sabe.
Ele tá ali, e não sobre trilho, porque o Brasil escolheu construir estrada pra vender carro, não porque faltasse rio ou faltasse espaço pra ferrovia. Escolha, não destino. Isso.
E é exatamente esse tipo de raciocínio que separa quem passa direto pela questão de quem para pra decorar número solto
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