🎧 Aulas do edital · Legislação de Trânsito (CTB)
Resoluções do CONTRAN · Sinalização
Placa redonda, fundo branco, tarja vermelha: ordem ou aviso? Errar essa forma na prova custa a questão inteira.
Tópico do edital: Resoluções do CONTRAN — sinalização
Aula narrada · 12:20 · Prof. Brito
Resoluções do CONTRAN · Sinalização
O que cai na prova, direto ao ponto
- 01
As resoluções de sinalização formam o MBST, dividido em volumes: vertical, horizontal, semafórica e dispositivo auxiliar.
- 02
Em conflito de sinalização, prevalece a ordem do agente de trânsito, depois o semáforo, depois a placa de regulamentação, e por último a marca no chão.
- 03
Placa circular é regulamentação (ordem), losango é advertência (aviso), retângulo é indicação (informação).
- 04
O anexo de uma resolução pode ser expressamente excluído do programa do edital, mesmo com o corpo normativo cobrado.
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Item 01
Havendo contradição entre a sinalização semafórica e a ordem de um agente de trânsito, deve prevalecer a sinalização semafórica, por ser mais objetiva.
toque em C ou E
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Gabarito: Errado
A ordem do agente de trânsito sempre prevalece sobre a sinalização, inclusive sobre o semáforo, sendo essa a exceção mais cobrada da matéria.
"A ordem do agente sempre prevalece, inclusive sobre o semáforo"
A ordem do agente de trânsito sempre prevalece sobre a sinalização, inclusive sobre o semáforo, sendo essa a exceção mais cobrada da matéria.
"A ordem do agente sempre prevalece, inclusive sobre o semáforo"
-
Item 02
Por constar expressamente do edital, o anexo de uma resolução do CONTRAN citada no programa também é cobrado integralmente na prova.
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Gabarito: Errado
O edital pode excluir expressamente o anexo de uma resolução, de modo que apenas o corpo normativo integra o programa cobrável.
"O edital exclui expressamente esse anexo. Só o corpo normativo entra no programa"
O edital pode excluir expressamente o anexo de uma resolução, de modo que apenas o corpo normativo integra o programa cobrável.
"O edital exclui expressamente esse anexo. Só o corpo normativo entra no programa"
-
Item 03
A placa de regulamentação de trânsito tem formato circular, com fundo branco e tarja vermelha, indicando proibição, obrigação ou restrição.
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Gabarito: Certo
Placas de regulamentação são circulares, com fundo branco e tarja vermelha, e transmitem uma ordem ao condutor: proibir, obrigar ou restringir.
"Regulamentação: círculo, fundo branco, tarja vermelha"
Placas de regulamentação são circulares, com fundo branco e tarja vermelha, e transmitem uma ordem ao condutor: proibir, obrigar ou restringir.
"Regulamentação: círculo, fundo branco, tarja vermelha"
-
Item 04
A marca de sinalização pintada no pavimento tem prevalência sobre a placa de regulamentação em caso de conflito entre as duas sinalizações.
toque em C ou E
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Gabarito: Errado
A ordem de prevalência é agente, semáforo, placa de regulamentação e, por último, a marca no chão, que é a mais fraca da hierarquia.
"Agente, semáforo, placa, marca no chão"
A ordem de prevalência é agente, semáforo, placa de regulamentação e, por último, a marca no chão, que é a mais fraca da hierarquia.
"Agente, semáforo, placa, marca no chão"
0/4
Você já domina esse ponto do edital. Hora de fixar de ouvido, no ritmo da prova.
Você pegou o padrão, mas ainda escapam detalhes que a banca cobra. Ouça a aula e feche essa lacuna agora.
É exatamente pra isso que esta aula existe. Ouça agora e volte pra zerar esse simulado.
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Cinco segundos, sem pensar. Placa redonda, fundo branco, tarja vermelha. Ela avisa de um perigo ou te dá uma ordem?
Ordem. E não uma ordem qualquer. Proíbe, obriga ou restringe?
Isso. Regulamentação. Círculo, fundo branco, tarja vermelha.
Boa. E essa pergunta boba decide questão de verdade nessa prova? Decide.
Quem erra a forma, erra a norma. E olha que isso é só a ponta de uma lista enorme. Quarenta e alguma coisa de resolução, né?
Vi essa lista no edital e quase fechei o PDF na hora. Mais de quarenta resoluções do CONTRAN, Conselho Nacional de Trânsito, só nesse item de sinalização. Mas a Cebraspe não cobra número de resolução isolado.
Então o que ela cobra de verdade? O conteúdo mesmo. Quem manda em cada esquina, a cor e a forma da placa, o peso do caminhão, o prazo esticado da pandemia.
Isso é o que separa quem estudou de quem só decorou lista. Então vamos por partes. Começa pelo nome estranho, o MBST.
Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito, o MBST. Ele é dividido em volumes, um pra sinalização vertical, um pra horizontal, um pra semafórica, um pra dispositivo auxiliar, tipo taxa e defesa. Dá um exemplo de cada um pra eu enxergar isso na rua.
O volume vertical é a placa em pé no poste. O horizontal é o que tá pintado no asfalto. Faixa, seta, zebrado.
O semafórico trata do próprio semáforo. Tempo de luz, sequência de cor. E o de dispositivo auxiliar cuida de coisa como taxa refletiva, defesa metálica, cone.
Ou seja, cada coisa que existe na via tem um volume dono. Tem. E cada resolução da lista- Aprova ou altera um desses volumes.
É basicamente isso que a lista inteira faz. Uhum. Agora o que decide questão de verdade é isso aqui.
Quando duas sinalizações diferentes brigam no mesmo cruzamento, existe uma ordem de comando. Como, como assim brigam? Imagina, o semáforo fechou pra você, mas tem um agente ali no meio da pista mandando passar.
E aí eu obedeço quem? O agente, sempre. Sempre?
Nem que o semáforo esteja verde pro outro lado? Sempre. A ordem do agente de trânsito vale mais que qualquer sinalização, inclusive o semáforo.
Depois vem o próprio semáforo, depois a placa de regulamentação e só por último a marca pintada no chão. Pera aí, a faixa pintada gigante ali no asfalto perde pra uma placa pendurada num poste? Perde.
Marca no chão é a última da fila. Isso não faz o menor sentido pra mim, sinceramente. Faz, se você pensar como plantão de operação.
Tem uma cadeia de comando ali na via. Como, como assim cadeia de comando? O agente é o comandante presente ali em tempo real.
A ordem verbal dele revoga qualquer papel. O semáforo é o rádio funcionando ao vivo. A placa de regulamentação é o memorando fixado no mural, escrito antes pra situação permanente.
E a marca no chão é a anotação antiga no livro de ocorrência. Vale, mas é a mais velha da casa. Então quanto mais ao vivo a ordem, mais peso ela carrega.
Exatamente. Comandante bate rádio, rádio bate memorando, memorando bate anotação velha. Mas pra que existir tanta camada?
Por que não simplesmente vale sempre o que tá escrito e ponto final? Porque a via muda de segundo em segundo e a placa não. Acidente bloqueou uma faixa, obra começou de madrugada, enchente tomou o acostamento.
O comandante presente enxerga isso na hora, o memorando não. Por isso ele tem que poder anular o que tá escrito. Faz sentido agora.
É segurança em tempo real vencendo regra parada no papel. Isso. Repete rapidinho a ordem completa pra eu gravar.
Quem vem primeiro? Agente, semáforo, placa de regulamentação, marca no chão. Nessa ordem, sempre.
Agente, semáforo, placa, marca no chão. Isso. Falando em placa, a gente já disse que regulamentação é círculo.
E o resto? Losango amarelo é advertência. Alerta de perigo à frente, curva, pista molhada, animal na pista.
Retângulo verde ou azul é indicação, rota, serviço, distância de cidade. Círculo manda, losango avisa, retângulo informa. É isso.
E a banca adora inverter. Inverter como? Dizer que a placa de regulamentação é losango amarelo, ou que a de advertência é círculo vermelho.
Troca a forma, muda o sentido todo da placa. E na prática, na estrada, isso confunde o motorista de verdade ou é só maldade de prova? Confunde sim.
Motorista cansado vê losango de longe e já acha que é aviso de velocidade, quando na real pode ser um retângulo de indicação de posto. A cor e a forma existem justamente pra você decidir num relance, sem ler a palavra toda. Então a régua é: regulamentação sempre círculo, advertência sempre losango, sem exceção.
Você decorou. E essa lista de quarenta tem uma resolução só de caminhão, né? Aquela clássica de fiscalização na BR.
Tem a resolução de pesos e dimensões. Ela fixa altura máxima, largura máxima e peso bruto total permitido pro veículo circular. E os números exatos, quais são?
Esses eu não vou chutar aqui no ar. Peso e dimensão de veículo pesado é tabela fina, varia por eixo, por combinação. Isso você confere direto na resolução antes da prova.
O que cai como conceito é: existe um limite, ele é fiscalizado na balança e passar do limite vira infração. Mas por que eu, que nunca vou dirigir caminhão, preciso saber isso pra ser aprovada? Porque quem aplica essa fiscalização é a própria PRF.
Imagina o cenário: balança na pista, caminhão carregado até o teto, motorista jurando que tá tudo certo. Se você não souber o que existe pra fiscalizar, não sabe o que autuar. Ah, então o edital não quer o número decorado, quer que eu reconheça a existência da regra pra aplicar ela na rotina.
Exatamente isso. Combinado. Tem também um grupo de resoluções de 2020, da pandemia, que prorrogou o prazo de validade de CNH e de vistoria, de licenciamento.
Ah, eu lembro dessa fase. Todo mundo com a CNH vencida e ninguém sendo multado. Exatamente essa lembrança.
O Contran editou uma leva de resoluções excepcionais só pra segurar isso enquanto os órgãos de trânsito estavam de portas fechadas. Prorrogou quanto tempo? Prazo exato de prorrogação também é coisa pra conferir antes.
Foi uma prorrogação temporária, ligada ao período de emergência, e mudou de uma resolução pra outra. O que a prova cobra é o fato. Existiu a prorrogação, foi excepcional, não virou regra permanente.
Ou seja, se a questão disser que esse prazo esticado virou regra pra sempre? Tá errada. Foi exceção de pandemia, não virou rotina.
E se aparecer uma questão hoje, anos depois, ainda usando esse prazo de pandemia como se estivesse valendo? Também tá errada. Prazo excepcional tem data pra acabar.
Passou o período de emergência, a regra normal de validade volta a valer. Isso me tranquiliza um pouco, porque decorar quarenta resolução ia me matar. Ninguém decora quarenta resolução.
O que a Cebraspe cobra de novo e de novo é o tema por trás, a hierarquia, a forma da placa, o peso como conceito, o prazo como fato. O número da norma sozinho quase nunca aparece. Então a estratégia é conteúdo, não número.
Conteúdo, não número. Mas então pra que o edital lista as quarenta se boa parte não cai direto? Pra delimitar o que é o programa.
E aí mora a pegadinha boa. Várias dessas resoluções valem exceto os anexos ou exceto as fichas. Como assim exceto o anexo?
A resolução inteira não entra? O corpo da resolução entra. O anexo, tabela técnica, ficha de sinalização fica de fora.
O edital já avisou isso escrito. Dá um exemplo de como isso aparece numa questão pra eu sentir o golpe. Pensa numa resolução que trata de sinalização de obra.
O corpo dela diz o princípio geral, quando sinalizar, quem é responsável. O anexo tem a ficha técnica de cada cone, cada placa temporária com medida exata. A questão pega justamente esse detalhe do anexo e apresenta como se fosse cobrável.
E não é. E não é, porque o próprio edital já excluiu. Então se uma questão cita uma resolução específica e detalha um anexo dela?
Desconfia. Ou é a exceção que o edital já excluiu, ou é dado pra você conferir, não pra adivinhar. Ah, então quanto mais específico e miudinho o detalhe sobre uma resolução isolada, mais a tenho que desconfiar.
Ou é exceção, ou é decoreba que a banca nem cobra de verdade. Confirmado. Vamos pro quadro?
Primeira: havendo contradição entre a sinalização semafórica e a ordem de um agente de trânsito, deve prevalecer a sinalização semafórica por ser mais objetiva. Certo ou errado? Pensa.
Errado. A ordem do agente sempre prevalece, inclusive sobre o semáforo. É a exceção que mais cai nessa matéria.
Segunda: por constar expressamente do edital, o anexo da resolução quinhentos e cinquenta e dois de 2015 também é cobrado na prova. Certo ou errado? Pensa.
Errado. O edital exclui expressamente esse anexo. Só o corpo normativo entra no programa.
Dois errados seguidos. A banca não facilita. Nunca facilita.
Fecha comigo. Ponto um. Todas essas resoluções, no bloco de sinalização, formam o MBST, com volumes separados pra vertical, horizontal, semafórica e dispositivo auxiliar.
Ponto dois: em conflito de sinalização, manda o comandante presente. Agente, depois semáforo, depois placa de regulamentação, depois marca no chão. Ponto três: círculo é ordem, losango é aviso, retângulo é informação.
Regulamentação, advertência, indicação. E lembra aquele desafio de cinco segundos lá do começo? Placa redonda, tarja vermelha?
Agora você sabe. Era ordem. E sabe também porque a marca no chão perde até pra placa no poste.
E a pegadinha final? Se a questão citar número de resolução específico e afirmar algo bem detalhado sobre ele, um anexo, uma ficha, um prazo em dias, desconfia. Ou é exceção que o edital já avisou, ou é dado pra conferir.
Não dá pra adivinhar pelo estilo da frase. Não dá
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